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Apresentação

O conteúdo dos trabalhos é de exclusiva responsabilidade de seus autores. A Comissão Organizadora do VII Congresso Nacional de Formação de Professores e XVII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores, os avaliadores  ad hoc, o Comitê Científico e a Comissão Científica não se responsabilizam por consequências decorrentes do uso de quaisquer informações extraídas dos trabalhos publicados nestes Anais.

Expediente

Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho" - Unesp

Profa. Dra. Maysa Furlan - Reitora

Prof. Dr. Cesar Martins - Vice Reitor

Profa. Dra. Celia Maria Giacheti - Pró-reitora de Graduação 





O Congresso Nacional de Formação de Professores - CNFP e o Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores - CEPFE, compõem, de modo articulado, um evento bienal, organizado e promovido pela Pró-reitoria de Graduação da Unesp, com o objetivo de criar  espaços destinados à reflexão e à análise das políticas e práticas para a formação de professores no Brasil. 

O CNFP e o CEPFE  foram  realizados de 11 a 13 de novembro de 2025, na cidade de Águas de Lindoia (SP), alcançando a VII e XVII  edições, respectivamente. Desde a sua primeira edição, em 1990, portanto, há 35 anos, o evento busca contribuir para a ampliação do espaço de construção de vias político-educacionais, induzindo reflexões e apresentando um quadro dos investimentos já em curso na educação, nos planos estadual, nacional e internacional.

Nesta edição de 2025, na busca de pensar essa formação articulada a problemáticas mais amplas da sociedade, o VII CNFP e o XVII CEPFE tiveram como temática "Ousar formar professores para as novas relações com conhecimentos, ciências e culturas". Essa temática induz ao debate dos estudos que estão sendo desenvolvidos no âmbito educacional, bem como dos pontos de entrave na formação dos professores, para se (re)pensar  propostas de políticas para a formação de professores no país. 

O CNFP articulado ao CEPFE tornou-se um espaço tradicional, privilegiado e ímpar de divulgação de pesquisas sobre formação de professores, ao mesmo tempo de discussão dos  dilemas vivenciados pelos educadores que atuam nos diversos segmentos da educação escolar, propiciando o diálogo e fortalecendo saberes que possam revitalizar o compromisso de educar. Como apontam as pesquisas e os resultados das avaliações dos sistemas educacionais, a formação de professores é um dos principais aspectos impactantes na qualidade da educação ofertada. 

Em síntese, o Congresso Nacional de Formação de Professores articulado ao Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores estabelece relações positivas na construção da identidade do ser professor e de sua profissionalização, principalmente nos últimos anos em que novos rumos são desenhados por conta da complexidade e dos impactos das formas de conhecimento, suas interdependências, avanços da tecnologia e de novos formatos para educar. 

O Congresso acolheu 1118 participantes provenientes de todas as regiões do nosso país; 823 trabalhos submetidos, distribuídos nos 11 eixos temáticos do evento. Os trabalhos inscritos foram apresentados obedecendo-se as seguintes modalidades: trabalhos completos, apresentados no formato de comunicações orais de pesquisa empírica (211), de pesquisa teórica (205); relatos de experiência (201); resumos expandidos, para apresentação em pôster, de pesquisa empírica (50); pesquisa teórica (44); relatos de experiência (112). Os trabalhos foram avaliados por pareceristas ad hoc, cadastrados nos respectivos eixos temáticos, totalizando 273 avaliadores. As avaliações dos trabalhos foram validadas pelos Coordenadores dos eixos temáticos. Concluído o processo de avaliação, foram registrados os seguintes números:  356 comunicações orais de pesquisa; 174 comunicações orais de relatos de experiência e 158 resumos expandidos (pôster), totalizando 688 trabalhos aprovados para apresentação em 57 sessões de comunicações  e uma sessão de pôster. 

O Congresso contou apoio decisivo da Unesp, o possibilitou o oferecimento de ampla e diversificada programação, que comportou  seis mesas redondas, sete minicursos, dois Grupos de Trabalho - GT e  duas  conferências, perfazendo um total de 27 convidados nacionais e internacionais, incluindo  dois conferencistas vinculados às Instituições de Ensino Superior públicas do país e um do exterior.  

Ao término do evento, a avaliação da Comissão Organizadora é de que     os objetivos do evento foram plenamente atingidos, fazendo desta edição mais  um exemplo de espírito colaborativo, envolvendo os convidados do evento, os pareceristas ad hoc dos trabalhos submetidos, os coordenadores dos eixos temáticos, a Comissão Científica  e a equipe da Pró-reitoria de Graduação da Unesp.

Com a certeza de contribuir para a melhoria da educação brasileira, desejamos que todos os leitores e pesquisadores aproveitem ao máximo desta publicação e que a leitura possibilite importantes reflexões sobre o campo de formação de professores no Brasil. 

Os Anais publicam os trabalhos aprovados que expressam o estado da arte  da área, com pesquisas e experiências realizadas em quase todos os estados do Brasil e apresentadas, durante o evento, no formato de comunicação oral ou de pôster. Esta publicação está organizada contemplando-se os 11 eixos temáticos definidos pela Comissão Científica para acolhimento dos trabalhos inscritos. 

Temática do Congresso

Ousar formar professores para as novas relações com conhecimentos, ciências e culturas

O que formar quer dizer? Não nos deixemos enganar pela aparente simplicidade da pergunta. Lembremo-nos de P. Bourdieu em sua fecunda indagação-título de uma das suas obras: “o que falar quer dizer?”. Se nos demoramos sobre a nossa questão, percebemos a sua potência para nos conduzir diante do desafio posto por “ousar formar professores”. E resistir enfrentando o difícil espaço imposto pelas injunções políticas, econômicas e sociais que vivemos e que acuam a escola numa situação muito desfavorável ao cumprimento de sua tarefa é o que temos feito. Como fazer isto de modo sempre justo e promissor para uma sociedade democrática, dotando o trabalho docente de sentidos renovados e fortes, em todos os níveis educativos? Assim, avancemos: o que formar quer dizer quando se trata da educação de professores, nos dias atuais?

Há quem sustente ser hora de privilegiar a transmissão de conteúdos, principalmente. Também há os que enfatizem a aquisição de habilidades técnicas e ainda os que se preocupem em realçar os valores necessários ao cuidado do mundo. O VII Congresso Nacional de Formação de Professores articulado ao XVII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores, em seu papel proeminente na captação de urgências e na apresentação de proposições, em sua área, tem buscado problematizar de forma constante tais ênfases. Na presente edição, a ousadia aludida como parte do entendimento dos problemas para cuja superação queremos contribuir diz respeito à possibilidade e às condições requeridas para fazer face a imposições, como as do tempo acelerado e da multiplicidade informativa que disputam nossas atenções e temporalidades do cotidiano. Imposições ligadas às formas diuturnamente inovadas de acesso aos conhecimentos e das exigências que se impõem ao cumprimento das tarefas da instituição escolar. Há quem interrogue a potência da própria forma escolar nesse enfrentamento e quem lute por uma refundação das lógicas do ensino e da educação. Reforçam-se por esses caminhos questões como a de saber o que aprender para ensinar? O que significa ousar formar indivíduos que, no confronto com as imposições tecnológicas, a força da IA e outros dispositivos, sejam aptos a fazer com que estes não comprometam, mas antes colaborem para o desenvolvimento e preservação de relações férteis com os conhecimentos, as ciências e as culturas? E como já disseram, sem que se deixe o sentido humano e ético se atrofiarem sob pretexto da urgência, da eficácia e da pressão social. Quais práticas para tais fins? E nesse quadro, como contribuir para a formação de professores atentos às exigências de uma escola justa para todos em seu alcance e em suas formas de atuação, que favoreçam às novas gerações o alcance de valores e atitudes de solidariedade, atenção para com o conhecimento e cuidado de si e do outro, pelo reconhecimento de todas as nossas diversidades e também de tudo que nos une como seres vivos?

Certamente este Congresso, em sua forte tradição, tem abrigado e discutido muitas das dimensões contidas nas indicações aqui feitas. O que se sublinha, neste momento, é a necessidade de uma atenção detida para a convergência ou para as confluências dessas dimensões na proposição de diretrizes para as políticas nacionais, sem deixar de lado a potência e as experiências da história educacional do país que, entre mais, vem desde há muito intensificando os estudos acerca da formação docente e das relações entre a universidade, a escola pública e a educação de professores. Não vamos esquecer o passado! Nele estão nossas raízes. Perguntemo-nos quais linhas de continuidade podemos traçar aqui, linhas de continuidade que possam auxiliar para que não recomecemos indefinidamente, sempre a crer, de maneira ingênua, numa originalidade desenraizada de nossas iniciativas. Alguns poderão achar que se pede demais à escola e aos professores. Não nos esqueçamos, no entanto, como diz Dominique Lécourt, que o futuro das gerações atuais dependerá, em grande parte, de nossa capacidade de ousar ensinar.


Comissão Científica

VII CNFP e XVII CEPFE




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Responsável

Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho" - Unesp

Pró-reitoria de Graduação 

E-mail: congressoeducadores.reitoria@unesp.br



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